4 Jan 2011, 0:57

Texto de Pedro Rios

Praça

Tribeca: o espírito de Nova Iorque na 31 de Janeiro

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O “maior clube de jazz a nível nacional” abriu em Dezembro na Rua de 31 de Janeiro. É uma aventura portuense de dois apaixonados por Nova Iorque.

TribecaPaulo Rocha viveu 14 anos em Nova Iorque, Alfredo Pontes ainda tem lá casa. Apaixonaram-se pela zona de Tribeca, em Nova Iorque, conhecida, entre outras coisas, pelos seus numerosos clubes de jazz. Encantados, decidiram fazer o mesmo no Porto, aproveitando o embalo da “explosão” da vida nocturna na baixa: a 10 de Dezembro abriram o … Tribeca, que se diz o “maior clube de jazz a nível nacional”.

“Sentimos a necessidade de um espaço destes na baixa do Porto”, explica Alfredo Pontes. Os bares que surgiram nos últimos tempos não colmataram a “necessidade de música com qualidade e música ao vivo”, diz.

O Tribeca ocupa um prédio inteirinho na (até aqui, pelo menos) pacata Rua de 31 de Janeiro. Nos cinco andares do número 147 há um café, um bar e um restaurante, todos com ambiente a recriar os clubes de jazz nova-iorquinos. A música anda pelo jazz, claro, mas também em territórios blues e soul.

“Estávamos atentos ao que estava a acontecer. Começa a haver uma animação da baixa”, conta Alfredo Pontes. “Andámos à procura de um espaço que correspondesse ao que queríamos. E encontrámos um prédio grande, que recuperámos por dentro”.

De quarta-feira a sábado, entre as 22h e as 2h, há música ao vivo (no primeiro piso), e, a partir das 20h, servem-se jantares (no segundo). Mas o Tribeca tem também uma vida diurna, de segunda a sábado, das 8h às 20h, com serviço de café e almoços.

  1. sofia seruca says:

    Adorei o restaurante, ambiente é muito bom e a musica é magnifica. Já fazia falta um sitio assim. Vou voltar .

  2. E. says:

    Sim, de facto, requintado… Agradável. Óptima música e ambiente. Mas 8 euros por uma bebida (cerveja + 7 up), não é para qualquer um. Acho um exagero. É nestas horas que vemos que, mesmo à rasca, o português não perde a pose.