24 Nov 2011, 22:22

Texto de Redação, com Lusa

Comes & Bebes

Movida do Porto chegou às páginas do “New York Times”

, ,

Jornal elogia a nova oferta cultural, turística e de lazer da cidade.

A movida do Porto chegou às páginas do “New York Times”, através de uma reportagem do jornalista de viagens Seth Sherwood que elogia a nova oferta cultural, turística e de lazer da cidade.

“Um novo quarteirão ‘à pinha’ de vida nocturna está a ganhar forma, e uma florescente cena criativa que tem de tudo, desde um emergente centro de design a uma vanguardista Casa da Música desenhada por Rem Koolhaas, um espaço de concertos deslumbrante”, descreve Sherwood.

O jornalista, baseado em Paris, afirma que a “segunda maior metrópole de Portugal” já não precisa de se “encostar” à reputação do famoso vinho digestivo com o mesmo nome.

“E há grandes notícias para os enófilos também. Com a emergência da região do Douro como berço de vinhos tintos premiados – não apenas o Porto –, o Porto (conhecido também como Oporto) pode agora inebriá-lo com uma miríade de vintages, novos restaurantes ambiciosos e até hotéis vínicos temáticos“, realça o repórter.

No artigo “36 Horas no Porto, Portugal”, já disponível online e a ser publicado na edição de domingo do “New York Times” em papel, são apresentados 11 pontos de passagem/paragem de um percurso pela cidade que começa às 18h de uma sexta-feira e termina ao meio-dia de domingo.

Um “passeio barato (2,50 euros)” de eléctrico entre a Praça do Infante e a Foz marca o início da viagem, que é seguida de uma cerveja saboreada numa explanada à beira rio e de um jantar de francesinha, “a sanduíche local não aprovada por cardiologistas”.

O dia termina no Hard Club, no “renascido” Mercado Ferreira Borges, e o sábado começa noutro mercado, o do Bolhão, a que se segue uma visita às galerias da Rua Miguel Bombarda e à Casa da Música.

Depois do jantar num “restaurante literário”, Sherwood “mergulha” na incontornável movida dos bares do quarteirão das ruas Galeria de Paris e Cândido dos Reis.

Os jardins e museu de Serralves e as caves do Vinho do Porto, em Gaia, completam o passeio, que é acompanhado de 17 fotografias e de 2 propostas extremas de alojamento, num hostel (20 euros) e num hotel vínico (139 euros).