21 Nov 2013, 12:04

Texto de Diana M. Ferreira

Praça

Hélio Loureiro assina a carta do recém-inaugurado Terrella

A poucos metros da vizinha Casa da Música, no edifício da EDP, na Avenida da Boavista, o Terrella nasce de uma parceria entre a empresa CERGER e o chefe Hélio Loureiro.

Terrella

O Terrella tem 2 salas mas não existe no espaço uma distinção ‘a priori’. Fotos: Isabel Cortez

A poucos metros da vizinha Casa da Música, na Avenida da Boavista, o Terrella, que abriu na passada quinta-feira, é o primeiro projecto a surgir do trabalho da CERGER com o chefe Hélio Loureiro. A empresa, concessionária de vários restaurantes, não tinha até ao momento grande presença a Norte.

O espaço sóbrio e de decoração leve do Terrella, que fica no edifício-sede da EDP no Porto, está dividido em 2 zonas, mas os responsáveis do projecto garantem que não existe uma distinção a priori. Para além das refeições, disponíveis a qualquer hora, o Terrella é um espaço onde as pessoas podem beber um copo no final de um dia de trabalho, ao estilo casual friday, ou fazer um brunch ao domingo.

Hélio Loureiro disse à Praça que este restaurante representava um “conceito inovador”, já que oferecia a possibilidade de “comer várias coisas por um preço interessante”.

As pessoas podem seleccionar vários petiscos, construindo assim o seu próprio menu, sublinhou o chefe, em declarações à Praça.

As cartas estão divididas por variações da “atracção” dos comensais pela gastronomia e pelos vinhos.

Do “princípio da atracção” fazem parte petiscos como o crocante de alheira com molho agridoce, os ovos rotos com presunto, as gambas salteadas com alho e azeite, o mil folhas de tomate com queijo cabra gratinado ou o risotto de cogumelos Portobello e azeite de trufas.

Espeto de polvo grelhado com batata a murro e grelos salteados, salmão em papiotte a vapor com legumes e batata primor e lombo de bacalhau confitado sobre esmagado de batata com emulsão de tomate seco e azeite são 3 propostas para quem tem “atracção pelo mar”.

Tornedó de novilho sobre fatias de broa de avintes com quenele de rabo de boi e molho de vinho do Porto, posta de vitela arouquesa com azeite, alho e louro, batata primor no forno com alecrim e bochechas de porco ibérico em vinho tinto sobre puré de batata e aipo são iguarias para os amantes de carne.

Terrella

A ementa do Terrella inclui petiscos, pratos de peixe e carne, com destaque para os bifes, e sobremesas.

Os “bifes” merecem uma secção à parte na carta e são o tornedó rossini, o Entrecôte Café de Paris, o bife Marrare e o bife à prtuguesa.

A “felicidade” chega com a mousse de chocolate com merengue, os crepes com molho quente de laranja, vinho do Porto e gelado de natas, a trilogia de doces tradicionais portugueses com sorvete de tangerina e outras sobremesas de fazer crescer água na boca.

O preço médio de uma refeição no Terrella, que apresenta uma carta de vinhos razoável e equilibrada no que às principais regiões portuguesas diz respeito e tem também serviço de bar, situa-se entre os 15 e os 25 euros (sem vinhos).

Para além do serviço à carta, o restaurante tem bufê por 11,5 euros, preço que inclui entradas frias e quentes, sopa ou creme (com e sem batata), prato de peixe ou carne, sobremesas (doces, frutas, queijos), bebida (vinho, refrigerante, cerveja, águas) e café.

Salientando que “tudo o que se faz deve ser bem feito”, o chefe Hélio Loureiro explicou que o Terrella “aposta nos produtos portugueses, no que é tradicional”, uma vez que o projecto reconhece que “as pessoas valorizam cada vez mais o que é nacional”, assim como uma maior “diversidade” e “sazonalidade” nos produtos oferecidos.

O Terrella está aberto de segunda a sábado das 8h às 24h e ao domingo das 11h às 16h.

  1. A sua actividade como chef estendeu-se também à área desportiva, na qual desempenhou funções de chefe de cozinha do Futebol Clube do Porto, sendo, actualmente, o responsável gastronómico da Selecção Portuguesa de Futebol.

  2. José Nogueira says:

    Um pequeno aparte: já repararam que a esmagadora maioria dos restaurantes em Portugal (não portugueses) que obtiveram estrela(s) Michelin têm chefs estrangeiros? E o Luís Américo ? e o Rui Paula? e o Hélio Loureiro? Só para reflectir sobre os critérios de atribuição da tal estrelinha…Felizmente, os cada vez mais estrangeiros que visitam o Norte (Douro, Guimarães, Braga e Porto, só a titulo de exemplo) estão-se positivamente caga… para esses locais sobre-avaliados e, se querem comer (caro) mas maravilhosamente vão, por exemplo, ao Paparico. Mas também podem comer barato e bem. Ah, já me esquecia, Matosinhos fica aqui ao lado…

  3. Para obter um bom resultado, é preciso avaliar as condições da fachada que receberá a decoração.Uma decoração completa deve contemplar todo o espaço interno da festa – como o cantinho dos presentes, o das lembrancinhas, a mesa principal – sem esquecer a parte externa. “Decorar a fachada do buffet ou do salão permite que o cliente personalize o espaço para a festa”, pondera a decoradora Cássia Guimarães, proprietária da Viva Festa, que trabalha com fachadas associando balões, peças de madeira e fibra de vidro. Há fachadas, segundo Cássia, que permitem receber mais elementos. Em outras, há menos espaço disponível. Porém, sempre é possível atender aos desejos do cliente. Um exemplo é o tema “Toy Story”, que pode ser usado em qualquer fachada. Cássia salienta que o decorador precisa avaliar a entrada, verificando se há pontos de fixação para a decoração, pois ela é um elemento provisório que não pode danificar a fachada. Muitas vezes, precisamos construir pontos de fixação, como colunas de ferro, ou fazer uso de cabos de aço estirados e fixados em pontos mais distantes”, explica. É importante também contar com pontos de iluminação e, principalmente, conhecer o objetivo dos pais em relação à fachada e o orçamento disponível. “Em razão do custo, há mães que privilegiam a decoração interior em relação à exterior. Não adianta a festa ter uma fachada deslumbrante e esse capricho não continuar dentro do salão. Afinal, é lá que a festa acontece”, esclarece.

  4. Para obter um bom resultado, é preciso avaliar as condições da fachada que receberá a decoração.Uma decoração completa deve contemplar todo o espaço interno da festa – como o cantinho dos presentes, o das lembrancinhas, a mesa principal – sem esquecer a parte externa. “Decorar a fachada do buffet ou do salão permite que o cliente personalize o espaço para a festa”, pondera a decoradora Cássia Guimarães, proprietária da Viva Festa, que trabalha com fachadas associando balões, peças de madeira e fibra de vidro. Há fachadas, segundo Cássia, que permitem receber mais elementos. Em outras, há menos espaço disponível. Porém, sempre é possível atender aos desejos do cliente. Um exemplo é o tema “Toy Story”, que pode ser usado em qualquer fachada. Cássia salienta que o decorador precisa avaliar a entrada, verificando se há pontos de fixação para a decoração, pois ela é um elemento provisório que não pode danificar a fachada. Muitas vezes, precisamos construir pontos de fixação, como colunas de ferro, ou fazer uso de cabos de aço estirados e fixados em pontos mais distantes”, explica. É importante também contar com pontos de iluminação e, principalmente, conhecer o objetivo dos pais em relação à fachada e o orçamento disponível. “Em razão do custo, há mães que privilegiam a decoração interior em relação à exterior. Não adianta a festa ter uma fachada deslumbrante e esse capricho não continuar dentro do salão. Afinal, é lá que a festa acontece”, esclarece.