23 Set 2011, 13:59

Texto de Redação, com Lusa

Praça

Em Vila do Conde, há artes plásticas, dança, performance e música

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O Circular, Festival de Artes Performativas de Vila do Conde, começa este sábado. A sétima edição do evento decorre até 1 de Outubro.

(M)IMOSA

A estreia nacional de "(M)IMOSA – Twenty Looks or Paris is Burning at the Judson Church (M)" é em Vila do Conde. Foto: Circular

 

O Circular, Festival de Artes Performativas de Vila do Conde, começa, no sábado, com “3 propostas distintas que percorrem o universo das artes plásticas, dança, performance e música”, avançou a organização.

A sétima edição deste evento (pode consultar o programa completo aqui) vai ser inaugurada no sábado, às 18h, com a exposição “Wall Against the Sea”, de Alexandre Estrela.

A mostra vai contar com a presença do artista, que é natural de Lisboa e que expõe, desde os anos 1990, em colectivas e individuais, utilizando o vídeo como suporte principal.

No mesmo dia, o colectivo Cecília Bengolea, François Chaignaud, Trajal Harrell e Marlene Monteiro Freitas sobe ao palco do Teatro Municipal de Vila do Conde para a estreia nacional da peça “(M)IMOSA – Twenty Looks or Paris is Burning at the Judson Church (M)”.

Esta peça, que já foi apresentada nos mais importantes festivais internacionais de dança, é inspirada no documentário “Paris is Burning” e vai subir ao palco do Teatro Municipal, a partir das 22h.

No domingo, é apresentada a “Improvisação a partir de In C de Terry Riley”, uma performance marcada para o jardim do Centro de Memória, onde o público está convidado a trazer um piquenique.

Este projecto tem a direcção musical de Miquel Bernat, improvisação de movimento de Mark Tompkins, interpretação musical dos Drumming GP e ainda os bailarinos Elizabete Francisca, Frans Poelstra, Mariana Tengner, Sofia Dias, Vera Mantero, Vítor Roriz e Mark Tompkins.

O programa do Circular prossegue até ao dia 1 de Outubro com a apresentação de “Literal”, de Francisco Tropa e Laurent Pichaud, “War of Fictions”, de Sidney Leoni e Luís Miguel Félix, e ainda “The Trap”, de Mariana Tengner Barros.

Paralelamente, estão previstas conversas com as equipas artísticas participantes que serão abertas à participação do público.