14 Out 2011, 20:32

Texto de Pedro Rios

Praça

Música em todo o lado: 5 razões para ir à D’Bandada

São 2 dezenas de artistas em 13 locais do Porto. A D’Bandada vai encher a baixa da cidade de música, na noite de sábado para domingo. Eis as nossas 5 razões para sair de casa.

Linda Martini

São 2 dezenas de artistas em 13 locais do Porto. A D’Bandada vai encher a baixa da cidade de música, na noite de sábado para domingo (das 22h às 6h). Porque os números impressionam também quisemos alinhar no tom. Eis as nossas 5 razões para sair de casa.

1. Um mapa

O programa (disponível em PDF) é um mapa de alguma da melhor nova música portuguesa, mesmo que alguns artistas já não sejam assim tão novos (caso dos veteranos do hip-hop Nigga Poison e Dealema, por exemplo). Destacamos 3, entre tantos possíveis: os Linda Martini (na foto), uma das melhores coisinhas que aconteceu ao rock português sem medo de cantar em português, o melancólico Noiserv, que dá uma perninha nos também recomendáveis You Can’t Win, Charlie Brown.

2. Dois mapas

A D’Bandada é também um mapa da renascida baixa do Porto. Um evento destes não podia ter acontecido há 5 anos, quando nem pelos dedos das mãos se contavam os bares na baixa. Alguns dos principais agentes da reabilitação do centro da cidade – do Plano B ao Armazém do Chá – fazem parte do programa.

3. O Porto está bem representado

Poderemos ver os jovens Best Youth num cenário de excepção (os Claustros da Universidade do Porto); a pop dançável dos novatos Salto; os Osso Vaidoso, banda nova de gente experiente (são a aventura pós-Três Tristes Tigres da gloriosa Ana Deus e Alexandre Soares); e, claro, os Dealema, a maior marca do hip-hop nortenho, a par dos Mind Da Gap.

4. Locais improváveis

A Livraria Lello, as lojas Vida Portuguesa e Mezzanine, o restaurante turco Divan, o café Ceuta e o salão de barbearia Veneza são alguns dos sítios onde haverá música. Também vamos querer dançar no Mosteiro de S. Bento da Vitória ao som das escolhas dos DJs Ride, Stereossauro e Rui Maia, dos X-Wife.

5. O motivo óbvio

Se tudo isto não vos convence, há um derradeiro argumento, perfeito para estes tempos de penúria à vista: a entrada é gratuita.