17 Abr 2013, 9:54

Texto de

Opinião

Umas eleições que não podemos perder 2

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É de exigir aos candidatos que digam quais são as suas propostas para fazer o Porto recuperar o lugar que lhe pertence. Queremos saber o que se propõem fazer para que a cidade de Garrett não continue a definhar.

Sim, são estas as eleições que não podemos perder. As eleições com um ex-presidente do PSD, candidato vindo do município vizinho, debatendo-se com a ameaça de ter de resolver no tribunal a sua quarta candidatura autárquica. Eleições para um PS tentar inverter o ciclo de derrotas que teve nas três anteriores autárquicas. E eleições com um independente com a possibilidade de capitalizar o descontentamento nacional em relação aos partidos.

É a intricada teia política de que falei aqui, que faz das autárquicas do Porto uma disputa política intensa. Mas a verdadeira razão por que estas são umas eleições que a cidade não vai perder, é que elas representam a partida de Rui Rio ao fim de 12 anos de governação. Uma bela oportunidade para percebermos afinal no que se tornou esta cidade e no que queremos votar agora.

E se os candidatos parecem pouco interessados em fazer o balanço critico da última dúzia de anos ­– um porque é do PSD, o outro porque acha que pode perder alguma coisa com isso, o outro porque tem o apoio do actual presidente –  é de lhes exigir que digam quais são as suas propostas para fazer o Porto recuperar o lugar que lhe pertence. Vamos querer saber o que se propõem fazer para resolver alguns dos problemas adiados e algumas das ameaças que podem fazer definhar mais a cidade de Garrett.

Só com essas respostas o momento das eleições será um momento de vitória, independentemente do resultado. Pois apesar da crise há muito que é possível fazer com inteligência e determinação, e se queremos retirar o melhor da democracia devemos exigir que os candidatos mostrem que têm propostas de governação e que valem mais do que a disputa política. As eleições servem para escolher pessoas, mas principalmente para votar programas.

Eu por mim deixo aqui algumas interrogações que gostava de ver debatidas durante a campanha eleitoral. Dores, maleitas, encantos, aspirações, forças e fraquezas, que se não forem encaradas farão destas eleições uma oportunidade perdida e de Porto um encontro adiado com a sua história.

Eu gostava de saber como se quer fazer para que a cidade, especialmente o seu centro, volte a ser uma terra com gente. Quero saber o que os candidatos pretendem fazer para reabilitar o centro esburacado de prédios abandonados, para o repovoar, que balanço fazem da Sociedade Reabilitação Urbana e quais são os seus instrumentos para que cidade seja, necessariamente por razões diferentes, tão atrativa para viver como para trabalhar.

Gostava de perceber qual o entendimento que os candidatos têm de qualidade de vida urbana. Alguém que me explique como se cresce numa cidade onde rareiam os parques infantis, onde os espaços verdes pararam de crescer, já quase não há mercados e onde jardins e praças são locais abandonados à sua sorte. Que ideias têm para a habitação e para a gestão dos bairros sociais para os próximos 20 anos?

De que forma pensarão a mobilidade os nossos candidato? Somos capazes de precisar de reparar umas tantas ruas e de mais umas pontes, mas eu gostava mesmo era de perceber se o metro acaba aqui, ou há alguma coisa no próximo quadro comunitário que permita pensar que poderemos sonhar com estender a rede a oeste da cidade e integrar verdadeiramente Gaia.

Nada se faz sem dinheiro é certo e por isso gostaria de perceber melhor que visão económica têm para a cidade. Não quero que o presidente da Câmara do Porto dite muitas lições de economia ao país, mas quero perceber como é que tencionam atrair investimento e que áreas consideram prioritárias. O turismo? A cultura e animação urbana? O comércio? As indústrias ligadas às universidades? O imobiliário?

O Porto não resiste ao esvaziar de oportunidades ditado pelo centralismo se não poder contrapor uma liderança do norte politicamente forte. Quero perceber, para lá das mecânicas promessas, qual é visão dos candidatos de um roteiro para a regionalização. Como pretendem, para lá das próprias fronteiras da cidade, corporizar a ideia de um país mais equilibrado e, já agora, como vão defender dossiês essenciais como o centro de produção da RTP, o aeroporto Sá Carneiro, o porto de Leixões ou as ligações ferroviárias, nomeadamente à Galiza.

E os equipamentos e instituições que são bandeiras da cidade? Como vão defender a Casa da Música e o Museu de Serralves? Que vão fazer do Bolhão e do Pavilhão Rosa Mota? O que acham do Soares dos Reis, do Centro Português de Fotografia, dos grupos de teatro, da produção audiovisual da cidade, do Boavista? Sempre vamos ter um parque oriental?

Para além disto tudo que está na agenda de qualquer candidato que se preze, também era bom ouvir algumas ideias novas, alguma coisa “fora da caixa” que nos permita sonhar com uma cidade mais inclusiva para todos, mais excitante para viver, mais harmoniosa. Algo que quando abrimos a porta de manhã e saímos para a rua nos dê orgulho de nos sentirmos parte de uma comunidade.

Podem achar que são muitas perguntas, mas temos mais de meio ano até ao momento de fazermos a cruz no boletim de voto. Era bom que não fosse tempo perdido.

 

  1. Segundo informações da Rádio Atividade, durante a sua programação deste dia 25 de junho, a cidade de Canudos (BA) tem, além dos dois pré-candidatos já conhecidos, mais um pré-candidato à prefeito para essas eleições de 2012.

  2. mão também parece mais lento. Tudo o que posso pensar é talvez seja de todos os Pacquiao comer está fazendo para manter seu peso de modo que ele possa campanha como um welterweight.O resultado parece ser que os movimentos de Pacquiao estão a abrandar para um rastreamento. Isso é uma grande vantagem para Marquez, porque estava pulando de Pacquiao volta que o salvou ficando completamente dominado pelo Marquez mais qualificados em suas duas lutas anteriores. Se você tirar a capacidade de Pacquiao para se movimentar, ele é muito mais vulnerável contra um cara Marquez. Pacquiao é dito ser atormentado por um problema de câimbra crônica quando ele luta. Isso poderia ser os efeitos colaterais de manter o seu peso muito alto para o que seu pequeno corpo pode suportar.

  3. — Para a gente fazer esse prolongamento da Pinheiro Borda, precisamos vencer um grande vão. Para isso, seria preciso colocar muitos pilares, tornando a Padre Cacique insegura para os motoristas. A alternativa é um viaduto estaiado. Além disso, temos a questão da poluição visual — explica.

  4. mão também parece mais lento. Tudo o que posso pensar é talvez seja de todos os Pacquiao comer está fazendo para manter seu peso de modo que ele possa campanha como um welterweight.O resultado parece ser que os movimentos de Pacquiao estão a abrandar para um rastreamento. Isso é uma grande vantagem para Marquez, porque estava pulando de Pacquiao volta que o salvou ficando completamente dominado pelo Marquez mais qualificados em suas duas lutas anteriores. Se você tirar a capacidade de Pacquiao para se movimentar, ele é muito mais vulnerável contra um cara Marquez. Pacquiao é dito ser atormentado por um problema de câimbra crônica quando ele luta. Isso poderia ser os efeitos colaterais de manter o seu peso muito alto para o que seu pequeno corpo pode suportar.

  5. mão também parece mais lento. Tudo o que posso pensar é talvez seja de todos os Pacquiao comer está fazendo para manter seu peso de modo que ele possa campanha como um welterweight.O resultado parece ser que os movimentos de Pacquiao estão a abrandar para um rastreamento. Isso é uma grande vantagem para Marquez, porque estava pulando de Pacquiao volta que o salvou ficando completamente dominado pelo Marquez mais qualificados em suas duas lutas anteriores. Se você tirar a capacidade de Pacquiao para se movimentar, ele é muito mais vulnerável contra um cara Marquez. Pacquiao é dito ser atormentado por um problema de câimbra crônica quando ele luta. Isso poderia ser os efeitos colaterais de manter o seu peso muito alto para o que seu pequeno corpo pode suportar.

  6. mão também parece mais lento. Tudo o que posso pensar é talvez seja de todos os Pacquiao comer está fazendo para manter seu peso de modo que ele possa campanha como um welterweight.O resultado parece ser que os movimentos de Pacquiao estão a abrandar para um rastreamento. Isso é uma grande vantagem para Marquez, porque estava pulando de Pacquiao volta que o salvou ficando completamente dominado pelo Marquez mais qualificados em suas duas lutas anteriores. Se você tirar a capacidade de Pacquiao para se movimentar, ele é muito mais vulnerável contra um cara Marquez. Pacquiao é dito ser atormentado por um problema de câimbra crônica quando ele luta. Isso poderia ser os efeitos colaterais de manter o seu peso muito alto para o que seu pequeno corpo pode suportar.

  7. Na página de sua candidatura, Obama também mostra fotos dos eventos por todo o país, declarações de pessoas famosas (como a cantora Beyoncé e o ex-presidente Bill Clinton) e comparações entre o candidato e seu oponente, Mitt Romney. Além disso, depois da eleição, uma foto de Obama com sua esposa Michelle e três simples palavras (“Four more years”) foram responsáveis por uma das publicações mais “curtidas” da história do Facebook: mais de 4 milhões de usuários aprovaram a cena. Aliás, nos dois perfis dos candidatos, são poucas as postagens que não possuem uma foto ou vídeo em conjunto com um pequeno texto, demonstrando que é válida a estratégia de engajar os eleitores/usuários do Facebook por meio de plataformas multimídia. O site de campanha possui um layout limpo, com um destaque nas cores azul e branco, símbolos da campanha presidencial de Obama. Além de reproduzir algumas fotos disponíveis também no Facebook, há a atualização periódica de argumentos para convencer os eleitores a votarem (já que o voto é facultativo nos Estados Unidos) e a escolherem o atual presidente para a reeleição. Com isso, pode-se perguntar: estas campanhas podem ensinar algo para os prováveis presidenciáveis de 2014 no Brasil? Independente das diferenças entre as legislações eleitorais americana e brasileira, o que os presidenciáveis americanos (e suas equipes de comunicação) ensinam é em relação à periodicidade das postagens nas redes sociais – buscando o equilíbrio entre o abandono e o excesso de postagens – e à forma com que foram feitos os “ataques” de um contra o outro (baseando-se em fatos e em dados). É necessário cuidado e prudência em toda campanha eleitoral, ainda mais nas mídias sociais, e as eleições americanas, entre erros e acertos, poderão ser, mais uma vez, modelos para os presidenciáveis brasileiros daqui a dois anos.

  8. O Porto não resiste ao esvaziar de oportunidades ditado pelo centralismo se não poder contrapor uma liderança do norte politicamente forte. Quero perceber, para lá das mecânicas promessas, qual é visão dos candidatos de um roteiro para a regionalização. Como pretendem, para lá das próprias fronteiras da cidade, corporizar a ideia de um país mais equilibrado e, já agora, como vão defender dossiês essenciais como o centro de produção da RTP, o aeroporto Sá Carneiro, o porto de Leixões ou as ligações ferroviárias, nomeadamente à Galiza.

  9. Há tempos, Porto Alegre perdeu os seus cinemas de rua, empobrecidos pela concorrência desleal dos grandes centros e sem possibilidade de resistir nos bairros e nas calçadas. Mas, há mais de uma década, a cidade busca reabilitar justamente um dos seus antigos palcos. Na esquina entre a rua Demétrio Ribeiro e a Avenida Borges de Medeiros, o Cine Capitólio espera pela finalização da longa reforma que o permita reabrir as bilheterias e encher outra vez as poltronas – desta vez, com uma nova proposta de funcionamento.

  10. Um mecanismo simples para chegar a um valor de teto equilibrado, seria calcular a média de arrecadação das campanhas eleitorais que ultrapassaram um patamar mínimo de votos (10%, por exemplo) e defini-la como teto para gastos e arrecadação. No caso, para as eleições presidenciais em 2014, o teto, por candidatura, deveria ser de R$ 89,6 milhões, um valor bastante razoável, que nem precisaria ser reajustado pela inflação; chega-se a este valor utilizando a própria prestação de contas das candidaturas, evitando arbitrariedades ou irrealismos. Toda despesa que ultrapassar o teto será considerada crime eleitoral, assim como o uso de Caixa Dois, tendo por punição a perda de mandato, já pré-definida em lei, de modo a evitar “tentações” de burla. A mesma forma de cálculo deveria ser aplicada em relação aos demais cargos eletivos (no caso dos cargos proporcionais, levando em conta a média de despesas declaradas pelos eleitos e por unidade da federação), provocando uma paulatina redução de custos nas campanhas eleitorais, principalmente nas candidaturas proporcionais, em que há um desnível brutal, outra alternativa poderia ser a definição da soma total de dois anos de salário do parlamentar (aproximadamente R$ 500 mil) como teto para despesas em campanha. Em 2010, diversas candidaturas a deputado estadual declararam gastos superiores a R$ 1 milhão (várias com gastos de R$ 4 milhões, R$ 6 milhões e até R$ 12 milhões!), o que é uma distorção absurda, pois este valor investido não será recuperado nem com a soma de 4 anos de (elevado) salário de um deputado federal; ou seja, fica evidente que este dinheiro terá que ser recuperado por “outros meios”.

  11. Um mecanismo simples para chegar a um valor de teto equilibrado, seria calcular a média de arrecadação das campanhas eleitorais que ultrapassaram um patamar mínimo de votos (10%, por exemplo) e defini-la como teto para gastos e arrecadação. No caso, para as eleições presidenciais em 2014, o teto, por candidatura, deveria ser de R$ 89,6 milhões, um valor bastante razoável, que nem precisaria ser reajustado pela inflação; chega-se a este valor utilizando a própria prestação de contas das candidaturas, evitando arbitrariedades ou irrealismos. Toda despesa que ultrapassar o teto será considerada crime eleitoral, assim como o uso de Caixa Dois, tendo por punição a perda de mandato, já pré-definida em lei, de modo a evitar “tentações” de burla. A mesma forma de cálculo deveria ser aplicada em relação aos demais cargos eletivos (no caso dos cargos proporcionais, levando em conta a média de despesas declaradas pelos eleitos e por unidade da federação), provocando uma paulatina redução de custos nas campanhas eleitorais, principalmente nas candidaturas proporcionais, em que há um desnível brutal, outra alternativa poderia ser a definição da soma total de dois anos de salário do parlamentar (aproximadamente R$ 500 mil) como teto para despesas em campanha. Em 2010, diversas candidaturas a deputado estadual declararam gastos superiores a R$ 1 milhão (várias com gastos de R$ 4 milhões, R$ 6 milhões e até R$ 12 milhões!), o que é uma distorção absurda, pois este valor investido não será recuperado nem com a soma de 4 anos de (elevado) salário de um deputado federal; ou seja, fica evidente que este dinheiro terá que ser recuperado por “outros meios”.

  12. Um mecanismo simples para chegar a um valor de teto equilibrado, seria calcular a média de arrecadação das campanhas eleitorais que ultrapassaram um patamar mínimo de votos (10%, por exemplo) e defini-la como teto para gastos e arrecadação. No caso, para as eleições presidenciais em 2014, o teto, por candidatura, deveria ser de R$ 89,6 milhões, um valor bastante razoável, que nem precisaria ser reajustado pela inflação; chega-se a este valor utilizando a própria prestação de contas das candidaturas, evitando arbitrariedades ou irrealismos. Toda despesa que ultrapassar o teto será considerada crime eleitoral, assim como o uso de Caixa Dois, tendo por punição a perda de mandato, já pré-definida em lei, de modo a evitar “tentações” de burla. A mesma forma de cálculo deveria ser aplicada em relação aos demais cargos eletivos (no caso dos cargos proporcionais, levando em conta a média de despesas declaradas pelos eleitos e por unidade da federação), provocando uma paulatina redução de custos nas campanhas eleitorais, principalmente nas candidaturas proporcionais, em que há um desnível brutal, outra alternativa poderia ser a definição da soma total de dois anos de salário do parlamentar (aproximadamente R$ 500 mil) como teto para despesas em campanha. Em 2010, diversas candidaturas a deputado estadual declararam gastos superiores a R$ 1 milhão (várias com gastos de R$ 4 milhões, R$ 6 milhões e até R$ 12 milhões!), o que é uma distorção absurda, pois este valor investido não será recuperado nem com a soma de 4 anos de (elevado) salário de um deputado federal; ou seja, fica evidente que este dinheiro terá que ser recuperado por “outros meios”.

  13. Um mecanismo simples para chegar a um valor de teto equilibrado, seria calcular a média de arrecadação das campanhas eleitorais que ultrapassaram um patamar mínimo de votos (10%, por exemplo) e defini-la como teto para gastos e arrecadação. No caso, para as eleições presidenciais em 2014, o teto, por candidatura, deveria ser de R$ 89,6 milhões, um valor bastante razoável, que nem precisaria ser reajustado pela inflação; chega-se a este valor utilizando a própria prestação de contas das candidaturas, evitando arbitrariedades ou irrealismos. Toda despesa que ultrapassar o teto será considerada crime eleitoral, assim como o uso de Caixa Dois, tendo por punição a perda de mandato, já pré-definida em lei, de modo a evitar “tentações” de burla. A mesma forma de cálculo deveria ser aplicada em relação aos demais cargos eletivos (no caso dos cargos proporcionais, levando em conta a média de despesas declaradas pelos eleitos e por unidade da federação), provocando uma paulatina redução de custos nas campanhas eleitorais, principalmente nas candidaturas proporcionais, em que há um desnível brutal, outra alternativa poderia ser a definição da soma total de dois anos de salário do parlamentar (aproximadamente R$ 500 mil) como teto para despesas em campanha. Em 2010, diversas candidaturas a deputado estadual declararam gastos superiores a R$ 1 milhão (várias com gastos de R$ 4 milhões, R$ 6 milhões e até R$ 12 milhões!), o que é uma distorção absurda, pois este valor investido não será recuperado nem com a soma de 4 anos de (elevado) salário de um deputado federal; ou seja, fica evidente que este dinheiro terá que ser recuperado por “outros meios”.

  14. Um “olho biônico” que permite ver a claridade devolveu a um homem, cuja visão foi se apagando lentamente nos últimos 30 anos, a esperança de ver algum dia o rosto de seu neto. Elias Konstantopoulos, um eletricista nascido na Grécia e que emigrou para os Estados Unidos quando era jovem, percebeu aos 43 anos que tinha problemas de vista e quando consultou o oculista descobriu que sua visão periférica estava se deteriorando. Diagnosticado com uma doença incurável conhecida por retinite pigmentosa, que afeta uma em cada três mil pessoas nos Estados Unidos, dez anos depois Elias já não exergava o suficiente para seguir trabalhando. Em 2009, quando foi perguntado pelo médico se queria participar de uma pesquisa que incluía a aplicação de eletrodos em seu olho e uma câmera sem fios, Elias Konstantopoulos aceitou imediatamente. Agora, quando está diante da janela e escuta o barulho de um carro passando, Elias é capaz de perceber o movimento de um bloco de luz. Também pode distinguir objetos luminosos coloridos contra fundos negros, se deslocar sem ajuda por sua casa e distinguir se uma porta ou janela estão abertas. O “olho biônico”, chamado de Argus II, é fabricado pela empresa californiana Second Sight. Recentemente aprovado na Europa e nos Estados Unidos, é a esperança para pacientes como Konstantopoulos. “Sem este sistema, não posso ver nada; mas com ele existe alguma esperança”, disse. O Argus II é parte de uma área de conhecimento cada vez mais ampla chamada de neuromodulação, que ajuda as pessoas a recuperar capacidades perdidas como a visão, a audição ou o movimento por estimulação do cérebro, coluna vertebral e nervos.

  15. Vou seguindo com um misto de tristeza, irritação e desânimo o contínuo desfilar de disparates que vão sendo feitos por quem era suposto agir com responsabilidade e elevação. Há novos exemplos todos os dias, de todas as origens, assumindo todas as formas. O que isto revela de IMATURIDADE das pessoas envolvidas! Tentam supostamente “marcar posição”, “reforçar a capacidade negocial”, “obter dividendos eleitorais”… Querem “sublinhar as diferenças” e apenas mostram como são todos iguais no pior.Como esta política imita o submundo do futebol com as suas provocações, as suas desconfianças, os seus insultos, os seus permanentes mal-entendidos, as suas questões realmente menores!- Falhou tentativa de conciliação , Cardoso exige desculpas e pede 40 mil euros a Rio , Nuno Cardoso exige em tribunal pedido de desculpas de Rui Rio e Nuno Cardoso e Rui Rio Irreconciliáveis – PS mantém voto contra à SRU – PS admite voltar a chumbar Sociedade de Reabilitação – PS acusa Rio de ter oferecido à CDU o maior poder de sempre dos comunistas – Socialistas Ameaçam Voltar a Chumbar a “Porto Vivo” E é com problemas destes que perdemos tempo. É especialmente mau depois de termos lido algo como isto . Alguém algum dia conseguirá contabilizar o custo da nossa pequenez? Que inúteis somos!

  16. Um mecanismo simples para chegar a um valor de teto equilibrado, seria calcular a média de arrecadação das campanhas eleitorais que ultrapassaram um patamar mínimo de votos (10%, por exemplo) e defini-la como teto para gastos e arrecadação. No caso, para as eleições presidenciais em 2014, o teto, por candidatura, deveria ser de R$ 89,6 milhões, um valor bastante razoável, que nem precisaria ser reajustado pela inflação; chega-se a este valor utilizando a própria prestação de contas das candidaturas, evitando arbitrariedades ou irrealismos. Toda despesa que ultrapassar o teto será considerada crime eleitoral, assim como o uso de Caixa Dois, tendo por punição a perda de mandato, já pré-definida em lei, de modo a evitar “tentações” de burla. A mesma forma de cálculo deveria ser aplicada em relação aos demais cargos eletivos (no caso dos cargos proporcionais, levando em conta a média de despesas declaradas pelos eleitos e por unidade da federação), provocando uma paulatina redução de custos nas campanhas eleitorais, principalmente nas candidaturas proporcionais, em que há um desnível brutal, outra alternativa poderia ser a definição da soma total de dois anos de salário do parlamentar (aproximadamente R$ 500 mil) como teto para despesas em campanha. Em 2010, diversas candidaturas a deputado estadual declararam gastos superiores a R$ 1 milhão (várias com gastos de R$ 4 milhões, R$ 6 milhões e até R$ 12 milhões!), o que é uma distorção absurda, pois este valor investido não será recuperado nem com a soma de 4 anos de (elevado) salário de um deputado federal; ou seja, fica evidente que este dinheiro terá que ser recuperado por “outros meios”.

  17. É obrigatória a admissão da adjudicação por item e não por preço global, nos editais das licitações para a contratação de obras, serviços, compras e alienações, cujo objeto seja divisível, desde que não haja prejuízo para o conjunto ou complexo ou perda de economia de escala, tendo em vista o objetivo de propiciar a ampla participação de licitantes que, embora não dispondo de capacidade para a execução, fornecimento ou aquisição da totalidade do objeto, possam fazê-lo com relação a itens ou unidades autônomas, devendo as exigências de habilitação adequar-se a essa divisibilidade.

Opinião

No Porto24, contamos as histórias que fazem o dia-a-dia do Grande Porto. A nossa missão é ser também um espaço de reflexão e debate. A Opinião é uma plataforma animada por um conjunto de intervenientes e observadores atentos da cidade, que escrevem com regularidade.