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31 Jul 2014, 18:37

Texto de Redacção, com Lusa

Cultura

Mais de 60 expositores confirmados na Feira do Livro do Porto

A Feira do Livro do Porto tem já mais de 60 expositores assegurados, metade dos quais livreiros e alfarrabistas da cidade, revelou esta quinta-feira a autarquia, sublinhando que aqueles pequenos negócios “aderiram com muita intensidade” a um evento que é agora “mais democrático”.

“Esta feira do livro transforma-se numa feira muito mais democrática porque é uma feira aberta a todos, a editoras mas também a livreiros, alfarrabistas, a múltiplos agentes do livro, a entidades de solidariedade social, livrarias mais específicas como de arte e universitárias”, afirmou à agência Lusa o vereador Paulo Cunha e Silva.

No dia em que terminaram as inscrições para a Feira do Livro do Porto, que este ano decorre entre os dias 5 e 21 de Setembro no Palácio de Cristal, o responsável pela pasta da Cultura adiantou que estão já assegurados 80 pavilhões que correspondem a mais de 60 expositores incluindo cerca de 30 editoras.

Um número que, referiu, pode ainda crescer “porque ainda há intenções de inscrições” dependentes de validação, mas que já assim “são muito positivos e interessantes, tendo em consideração que mais de 30 são de editoras”.

Porto, Famalicão, Coimbra, Lisboa, Vila Nova de Gaia, Vila do Conde, Braga, Óbidos, Silveira, Rio de Mouro e Viseu são as localidades de onde provêm os expositores já confirmados até ao momento.

Na origem da elevada participação de livreiros e alfarrabistas – que “aderiram com muita intensidade e foram das pessoas mais empenhadas em participar – esteve o “preço muito competitivo dos stands” que agora representa “um quinto do que era praticado pela APEL (Associação Portuguesa de Editores e Livreiros) e que, segundo comunicado divulgado na passada semana, se fixa este ano em 400 euros.

“A Câmara do Porto não quis ganhar dinheiro, quis gastar o dinheiro que gastava com a APEL numa grande Festa do Livro, de uma forma bem mais justa e interessante do que aquela que acontecia”, frisou Paulo Cunha e Silva para quem esta também é uma forma de “incentivar o comércio da cidade”.

Este ano, a Câmara pretende que a tradicional feira do livro seja “um grande festival literário e com uma óptima programação cultural” e de animação que levará “muitas pessoas ao Palácio de Cristal, à Avenida das Tílias e aos equipamentos envolvidos na própria feira, como a Galeria Municipal e a Biblioteca Almeida Garrett”.

“Teremos uma grande diversidade de protagonistas na área do livro e isso traduziu a dimensão feira, a dimensão de comercialização do livro, numa aposta claramente ganha”, acrescentou.

A edição deste ano tem como temas “Liberdade” e “Futuro” que estarão presentes num extenso programa preparado pelo Pelouro da Cultura da autarquia e pela empresa municipal Porto Lazer.

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